domingo, 13 de abril de 2014

Cientistas afirmam que em 2014 lua terá cor de sangue, igual a de apocalipse 6:12


Atualizado em 26 de março de 2014
Ana Beatriz Marques
Existe um fenômeno extremamente raro, que irá ocorrer nos próximos meses e também no ano de 2015, chamado de Luas Sangrentas ou Luas de Sangue, foi possível prever através da astronomia, as datas exatas em que irão ocorrer. Não se trata de crenças religiosas, mas de fatos futuros que foram constatados por astrônomos e agências espaciais que estudam o nosso universo.
Segundo informações da Nasa, estamos à receber quatro luas sangrentas, duas nesse ano (2014) e duas no próximo ano. Mas o que você conhece sobre esse fenômeno?
Dos fatos mais intrigantes que irão fazer com que as Luas tenham essa cor, estão fatos envolvendo a bíblia sagrada, mais precisamente no livro de apocalipse, onde existe o seguinte versículo: ”12º E, havendo aberto o sexto selo, olhei, e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol tornou-se negro, e a lua tornou-se como sangue.”

As datas que marcam esses eventos, são as mais intrigantes, pois o dia em que elas irão ocorrer segundo a própria Nasa, são datas que marcam feriados Judeus.
A primeira data é dia 15 de Abril deste ano, data que todos nós conhecemos como a querida e amada páscoa, onde todas as pessoas apenas se importam com o coelhinho e os ovinhos de chocolate, não é? Pois bem, essa data marca a primeira Lua sangrenta.
A segunda data é dia 8 de outubro deste ano também, marcando a Festa dos tabernáculos, que nós não conhecemos, mas também se trata de um feriado Judeu.
Após essas datas, no dia 20 de março de 2015, teremos um Eclipse Solar total, que incrivelmente também é constatado no versículo postado anteriormente.
A terceira data é dia 4 de abril de 2015 que marca outra páscoa.
A quarta data é dia 28 de setembro de 2015, Festa dos tabernáculos, novamente.
No passado esses fenômenos apenas ocorreram três vezes que também coincidiram com eventos importantes em Israel.

O primeiro ano foi em 1492, quando a Espanha expulsou os judeus, e também, Colombo descobriu a América, que se tornou um porto seguro para o povo judeu, que se tornaram livres.

O segundo ano foi em 1948, quando Israel renasceu como uma Nação, após 2 mil anos conseguiram essa independência.

O terceiro ano foi em 1967, Israel venceu a “Guerra dos Seis Dias” e reivindicaram Jerusálem, pela primeira vez em 2 mil anos, Jerusalém e Israel estavam juntos novamente.

As profecías estão escritas, porém essas datas não foram escritas no livro de apocalipse, apenas o evento. Então não se trata de religiosos fazendo drama por causa de fenômenos, e sim fatos que estão previstos para ocorrer segundo a Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço (NASA), fatos que foram escritos na bíblia.

Há quem acredite que após essas datas começarão os 7 anos de tribulações do governo do Anticristo. A evidência circunstancial deve também ser considerada, pois há várias indicações de que a tensão entre Israel e os seus vizinhos muçulmanos está prestes a explodir. O  presidente e dirigentes religiosos do Irã estão constantemente querendo a destruição completa de Israel. O seu programa nuclear está acelerando e a organização Hesbolah do Líbano estão armados até aos dentes.
Esses são os únicos anos em um futuro próximo, que se alinham com os feriados judaicos. Deve-se fazer menção aqui que existem outros anos que esses eventos ocorrerão novamente. Elas encontram-se em 2032-2033, 2043-2044, 2050-2051, 2061-2062, 2072-2073, e 2090-2091… A diferença entre esses anos é que os anos de 2014 e 2015 se alinham com os feriados judaicos e os outros não!
O que nos resta é esperar por essas datas e como sempre especularmos o que poderá acontecer, e se esses eventos sombrios irão realmente acontecer. Sendo fenômenos extremamente raros que intrigam completamente pessoas que buscam por conhecimento sobre o desconhecido, origem da vida, quem somos nós, etc…Mesmo não sendo um evento especificamente bíblico podemos muito bem aceitar que eles irão ocorrer e essa geração poderá conferir.

Especialistas em profecias apontam para “sinais inegáveis” no céu: luas de sangue


De tempo em tempos especialistas em profecias apontam para os sinais de cumprimento de alguma revelação bíblica. Os próximos dois anos serão marcados por diversos “sinais nos céus”, já conhecidos e previstos pela astronomia. Para eles, trata-se claramente da abertura de um dos selos descritos em Apocalipse 6.
O primeiro “alerta para a igreja” veio em 2008, quando o assunto foi levantado pelo pastor Mark Biltz, que é descendente de judeus. Ele afirmava ter feito uma descoberta surpreendente. Biltz estava estudando as profecias sobre o Sol e a Lua desde Gênesis, onde a Bíblia afirma que os luzeiros no céu serviriam “para sinais e para as estações do ano”.
“O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda.” esclarece. Biltz diz ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, implicando na comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus.
Ele lembra de textos como Joel 2:31: “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes de chegar o grande e terrível dia do SENHOR”, repetido em Atos 2:20. Também aponta para Mateus 24:29-30, quando Jesus diz “o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz. … E então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” e Lucas 21:11: “haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu”.
“Deus quer que olhemos para o calendário bíblico, pois ele vai sinalizar sua vinda… precisamos estar atentos às festividades bíblicas, pois são todas proféticas”, afirma Biltz, pastor da igreja El Shaddai em Bonney Lake, Washington. Ao fazer uma análise sobre o fenômeno conhecido como “lua de sangue”, que ocorre quando o Sol fica em frente à Lua no firmamento, Biltz notou que esse tipo de eclipse lunar ocorreria justamente durante as festas bíblicas em 2014 e 2015. O pastor acredita que ao se tratar de sinais na terra, como fomes, pestes e guerras, a humanidade já está acostumada a ouvir falar, mas não ocorrer o mesmo quando são sinais no céu.
Convencido da importância desse fator, o pastor John Hagee fez um estudo aprofundado sobre esses eventos. Este ano, lançou um livro e um DVD com o título “Four Blood Moons: something is about to change” [As 4 luas de sangue: algo está prestes a mudar]. Ele explica que usou as projeções da NASA, relatos históricos e a Bíblia. Para Hagee existe uma conexão direta entre os quatro próximos eclipses lunares (lua de sangue) e “o que eles anunciam para Israel e para toda a humanidade.”
Seu argumento principal é que ao longo dos últimos 500 anos, três luas de sangue ocorreram no primeiro dia da Páscoa. Estas aparições estão ligadas a alguns dos dias mais importantes da história judaica.

Luas de sangue em dias importantes

1492 – o último ano da Inquisição espanhola, quando os judeus foram expulsos da Espanha 1948 – proclamação do Estado de Israel e a Guerra da Independência
1967 – início da guerra dos Seis Dias, quando Israel lutou contra nações árabes e reconquistou Jerusalém como parte de seu território
“Cada corpo celeste é controlada pela mão invisível de Deus, o que sinaliza eventos futuros para a humanidade. Não há acidentes no movimento solar ou lunar”, argumenta Hagee. Para ele é de extrema importância que os cristãos entendam estes sinais proféticos que apontam para a Segunda Vinda de Jesus.


https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=bMGjMHvfg98

NOTA: A opinião do conferencista pastor Steve Ciocoolanti com respeito a trindade e rapto secreto não representa nossa opinião e nem defendemos como sendo Bíblico.
Mais recentemente, o pastor Steve Cioccolanti, da Igreja Discover, na Austrália, produziu um longo vídeo em formato de DVD (também disponível no Youtube) sobre os “Os 8 Supersinais nos céus antes do 70º Aniversário de Israel).
Segundo ele, tudo o que Deus prometeu na Bíblia está relacionado com Israel e o povo judeu. Falando sobre as raízes hebraicas das profecias sobre o fim tempo, ele aponta oito sinais que serão vistos no céu antes do aniversário dos 70 anos da restauração de Israel. Por que o número 70 é importante? Cioccolanti explica: “Porque Israel ficou 70 anos no cativeiro babilônico e demorou 70 anos entre o nascimento de Jesus e a destruição do templo em Jerusalém. Portanto, é algo muito importante o fato de Israel estar prestes a completar 70 anos desde seu renascimento como nação, em 1948.”
Ele faz longas observações tentando explicar os oito sinais, juntamente com algumas observações sobre as datas que eles acontecerão. Para ele a questão é simples, esses sinais provavelmente “nunca mais ocorrerão nessa sequencia” e alerta: “irão começar em breve”. Lembra ainda que no Talmude, livro judeus de Interpretação da lei, ensina “Quando a lua estiver em eclipse, é um mau presságio para Israel. Se a sua face for tão vermelha quanto o sangue, a espada [guerra] está vindo ao mundo”. Para o judaísmo, a Lua é um sinal para Israel, enquanto o Sol é um sinal para os gentios [resto do mundo].

Lua sinal para Israel, Sol para gentios

1 – Cometa Ison (28 de novembro de 2013) – A NASA já divulgou que este ano veremos um cometa com cauda brilhante como a lua cheia.
2 – Lua de Sangue (15 de abril de 2014) – terá início a “Tétrade”, período em que quatro eclipses lunares consecutivos são todos eclipses totais. Prenuncio de uma guerra mundial sangrenta
3- Lua de Sangue (08 de outubro de 2014) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel
4- Eclipse Solar Total (20 de março de 2015) – Um sinal para os gentios. Aniversário da provável data em que Moisés tirou os judeus do Egito
5- Lua de Sangue (4 de Abril de 2015) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel
6 – Eclipse solar parcial (13 de setembro de 2015) – Festa das trombetas no calendário de Israel e 7 º aniversário desde a última grande queda do mercado
7 – Lua de Sangue (28 de setembro de 2015) – Superlua, que também é um eclipse lunar. A lua nunca esteve tão próxima da Terra. Esse evento ocorrerá durante a Festa dos Tabernáculos (Sukkot).
8- Virgem vestida de Sol (23 setembro de 2017) – 50º aniversário da reconquista de Jerusalém (Jubileu). Brilho extraordinários da constelação de Virgem, cumprimento da Profecia de Apocalipse 12.
Data profética principal: Dia dos 70 anos da Independência de Israel (14 de maio de 2018), marcando o renascimento da nação.
É possível ver o vídeo aqui (em inglês).
Paralelo a isso tudo, entre os judeus há um crença parecida, baseada nas profecias do famoso rabino Judah ben Samuel, um fervoroso estudante do Tanach [Antigo Testamento]. Ele foi o fundador do movimento judaico Hasídico. Ele morreu em 1217, mas deixou escritos com suas conclusões. Para muitos, são profecias sobre os últimos “Jubileus”, períodos proféticos de 50 anos, seguindo o texto de Números 25.
1. Desde a data em que profetizou (1217), passariam 6 jubileus (300 anos) até que viessem tomar a cidade de Jerusalém. De fato, os Turcos Otomanos a conquistaram em 1517.
2. A cidade de Jerusalém estaria sob o domínio [dos Turcos Otomanos] durante 8 Jubileus, ou seja, 400 anos. Considera-se cumprida, pois os Turcos ficaram até 1917, quando foram expulsos pelo exército britânico.
3. A cidade de Jerusalém seria uma “terra de ninguém” pelo espaço de 1 Jubileu (50 anos). A Inglaterra atuou politicamente como “Protetorado” entre 1917 e 1967, pois em junho daquele ano o exército de Israel expulsou os árabes da cidade durante a Guerra dos Seis Dias.
4. Os Judeus dominariam a cidade durante 1 Jubileu (1967 até 2017?), ano que marcaria o Jubileu final, que daria início à Era Messiânica. O Yon Kippur (ano novo) será em 30/9/2017.
Uma vez que 2017 de nosso calendário será o ano 5777 do calendário judaico, muitos acreditam que a união de 3 “setes” aponta para perfeição e plenitude, na cultura judaica. Com informações de WND e Christian Post.

Fonte:http://www.sitebarra.com.br/2014/03/cientistas-afirmam-que-em-2014-lua-tera-cor-de-sangue-igual-a-de-apocalipse-612.html

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

    Tragam Seus Dízimos e Recebam as Bênçãos de Deus:

    É Esta, Hoje em Dia, a Vontade de Deus?


As pessoas religiosas, hoje em dia, ouvem muita coisa a respeito do dízimo. Os pregadores, freqüentemente, citam Malaquias 3:10 para encher os cofres de suas igrejas. Nesta passagem, o profeta de Deus disse:
"Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós bênção sem medida."
Que texto de pregação poderoso! Mandamento de Deus. Obrigação clara. Teste de fidelidade. Garantia de bênção. Não é surpresa que esta seja uma passagem favorita de muitos pregadores modernos.
Mas estariam estes pregadores tratando corretamente a palavra de Deus (veja 2 Timóteo 2:15)? Deus exige nossos dízimos hoje em dia? Ele está prometendo bênçãos materiais abundantes em retribuição? Examinemos estas questões de acordo com a Bíblia para determinar o que Deus realmente quer (veja Atos 17:11).

Deus exige nossos dízimos, hoje em dia?


Não há dúvida que Deus exigiu o dízimo na Bíblia. Mas, para entender sua vontade para os dias de hoje, precisamos examinar as passagens que discutem o dízimo. Pesquisemos brevemente o ensinamento bíblico sobre este assunto.
O dízimo antes da lei de Moisés


Antes que Deus revelasse uma lei escrita a Moisés, para governar os descendentes de Israel, encontramos duas ocasiões quando homens deram ou prometeram dízimos a Deus. Depois do resgate de pessoas e de bens que tinham sido tomados de Sodoma numa guerra, Abraão deu um dízimo a Melquisedeque, o sacerdote de Deus (Gênesis 14:18-20). O ato de dizimar de Abraão foi único e dos despojos de guerra como um imposto, pois estava no território do Rei Melquisedeque. Mais tarde, Jacó (o neto de Abraão) prometeu devolver a Deus 10% de sua prosperidade (Gênesis 28:22). Estes dízimos parecem ter sido voluntários. Não há registro de qualquer mandamento de Deus a respeito do dízimo antes do tempo de Moisés. Certamente, o dízimo de Abraão não é mais um padrão para hoje na mesma forma que o exemplo de Noé não exige que nós construirmos uma arca hoje em dia. Pela mesma razão que pregadores hoje em dia não têm o direito de exigir que você construa um grande barco, eles não têm base para usar os exemplos de doações de dízimo do livro de Gênesis para exigir que você dê 10% de sua renda a uma igreja.
O dízimo na lei de Moisés


É indiscutivelmente claro que Deus ordenou o dízimo na lei que ele deu através de Moisés. Muitas passagens mostram essa exigência (por exemplo, Levítico 27:30-33; Números 18:21-32; Deuteronômio 12:1-19; 26:12-15). O dízimo era uma característica da relação especial entre Deus e o povo escolhido de Israel (Deuteronômio 14:22-29). Nenhum estudante da Bíblia pode negar a necessidade do dízimo, sob a lei de Moisés.
Sempre que as pessoas se referem à lei de Moisés, é importante lembrar que Deus deu essa lei aos israelitas, descendentes de Abraão especialmente escolhidos. A manutenção dessa lei era necessária para mostrar que eles eram um povo separado, escolhido (Êxodo 19:1-6; Deuteronômio 26:16- 19). Estes mandamentos a respeito do dízimo foram parte "da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel" (Neemias 8:1).
Malaquias viveu no mesmo tempo que Neemias. Ele era um judeu que pregava aos judeus (Malaquias 1:1). Ele viveu sob a lei de Moisés e encorajou outros israelitas a serem obedientes a essa lei (Malaquias 2:4-8, 10; 4:4). Ele usou pensamentos dessa lei para prever as responsabilidades e bênçãos espirituais, ainda por vir, através de um descendente de Abraão, mas não impôs sobre todas as pessoas de todos os tempos a obrigação de dar o dízimo. Qualquer esforço para voltar à lei de Moisés, hoje em dia, é um esforço para reconstruir o muro de separação que Jesus morreu para destruir (Efésios 2:11-16). Certamente, os verdadeiros seguidores de Jesus não quererão anular seu sacrifício só para acumular dinheiro no tesouro de uma igreja!
O dízimo no Novo Testamento


Todas as pessoas agora vivem sob a autoridade de Cristo, como foi revelada no Novo Testamento (Mateus 28:18-20; João 12:48; Atos 17:30- 31). Sua vontade entrou em vigor depois de sua morte (Hebreus 9:16-28). Estes fatos nos ajudarão a entender as passagens do Novo Testamento, a respeito do dízimo.
Durante sua vida, Jesus reconheceu a autoridade da lei de Moisés. Ele era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4:4) e com a missão de cumprir essa lei (Mateus 5:17-18). Jesus criticou os judeus hipócritas, que negligenciavam outros mandamentos divinos, enquanto zelosamente aplicavam a lei do dízimo (Mateus 23:23; Lucas 11:42; 18:9-14). Jesus não ensinou que a lei do dízimo seria uma parte de sua nova aliança, que entraria em vigor após sua morte.
O livro de Hebreus fala do dízimo, para mostrar a superioridade do sacerdócio de Jesus, quando comparado com o sacerdócio levítico da Velha Lei (Hebreus 7:1-10). Esta passagem não está ordenando o dízimo para hoje em dia. De fato, o mesmo capítulo afirma claramente que Jesus mudou ou revogou a lei de Moisés (Hebreus 7:11-19). O dízimo não é ordenado na lei de Cristo, que é o Novo Testamento.

Que lei se aplica hoje?


Não vivemos sob a lei de Moisés, hoje em dia. Jesus aboliu essa lei por sua morte (Efésios 2:14-15). Estamos mortos para essa lei para que possamos estar vivos para Cristo (Romanos 7:4-7). A lei gravada nas pedras, (foi a lei da benção e Maldição Josué capitulo 6) depois do Monte Sinai, extinguiu-se e a nova aliança permanece (2 Coríntios 3:6-11). A lei funcionou como um tutor para trazer o povo a Cristo, mas não estamos mais sob esse tutor (Gálatas 3:22-25). Aqueles que desejam estar sob a lei estão abandonando a liberdade em Cristo e retornando à escravidão (Gálatas 4:21-31). As pessoas que voltam a essa lei estão decaindo da graça e se separando de Cristo (Gálatas 5:1-6). Não temos o direito de retornar a essa lei, para obrigar que guardem a circuncisão, os sacrifícios de animais, as regras especiais sobre roupas sacerdotais, a pena de morte para os filhos rebeldes, o dízimo e qualquer outro mandamento da lei de Moisés.
Vivemos sob a autoridade de Cristo e temos que encontrar a autoridade religiosa na nova aliança que ele nos deu através de sua morte. Ele é o mediador desta nova aliança (Hebreus 9:15). Seremos julgados por suas palavras (João 12:48-50). Desde que Jesus tem toda a autoridade, temos a responsabilidade de obedecer tudo o que ele ordena (Mateus 28:18-20).

O que o Novo Testamento diz a respeito das dádivas?


Jesus, através de Paulo, ensina que as igrejas devem fazer coletas nas quais os cristãos darão de acordo com sua prosperidade (1 Coríntios 16:1- 2). Temos que dar com amor, generosidade e alegria, conforme tencionamos em nossos corações (2 Coríntios 8:1-12; 9:1-9). Portanto, podemos dar mais do que 10% ou menos do que 10%. Temos que usar nossos recursos financeiros, e todos os outros recursos, no serviço de Deus. Não somos mandados por Deus para darmos uma porcentagem especial ( e nem compramos a salvação por uma obrigação de 10% de nossos salários).

E a respeito das bênçãos?


Malaquias pregou a uma nação carnal que estava sofrendo as conseqüências carnais do pecado. Ele prometeu bênçãos materiais de Deus para aqueles que se arrependessem de sua desobediência. Não encontramos esta importância material no Novo Testamento. Deus garante aos fiéis que eles não precisam se preocupar com as necessidades da vida (Mateus 6:25-33).
Mas o Novo Testamento não promete luxo, conforto e riquezas. Jesus sofreu nesta vida, e assim seus seguidores sofrerão (Marcos 10:29-30; Lucas 9:57-62). A preocupação com a prosperidade material nos distrai da meta celestial e nos arrasta à idolatria da cobiça (Colossenses 3:1-5). Tais motivos não têm nenhum lugar entre os cidadãos do reino de Deus.

Destorcendo Malaquias 3:10


Aqueles que citam Malaquias 3:10 para exigir o dízimo, e prometem prosperidade material, estão destorcendo a palavra de Deus. Eles estão enchendo os tesouros das igrejas ao desviarem a atenção de seus seguidores das coisas espirituais para darem atenção às posses materiais. Pedro advertiu sobre tais mestres: "Também, movidos pela avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme" (2 Pedro 2:3).

Mirando a meta celestial


Deus oferece uma coisa muito melhor aos seus seguidores: um prêmio eterno vindo do céu. Paulo nos desafia a mirar essa meta: "Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as cousas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas cousas lá do alto, mas não nas que são da terra" (Colossenses 3:1-2).
 
 
Por Dennis Allan e adaptado por Evangelista Flávio.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

COMO IDENTIFICAR NICOLAÍSMO E NICOLAÍTAS NA IGREJA.

Nicolaísmo.

 Nicolaísmo uma das palavras encontradas nas cartas as 7 igrejas em apocalipse. Muitas pessoas não sabem o que isso significa. Jesus Cristo elogia a Igreja de Éfeso por resistir e aborrecer as obras dos nicolaítas, porém em outra carta os nicolaítas prevalecem com suas doutrinas e Jesus reprova aquela igreja por aceitar os nicolaítas.

Afinal o que é nicolaísmo ou doutrina de nicolaíta?

A palavra nicolaísmo vem da junção das palavras gregas Nikos + Laos que significa dominar e
subjugar o povo de Deus. Um bom dicionário de Grego confirmará este significado.

O Apostolo Pedro ensinou que o Presbítero deve ser um bom exemplo para a igreja que não deve
buscar ter domínio sobre o povo de Deus e nem ter cargo sobre eles.

I Pedro 5: 3 nem como dominadores* sobre os que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao
rebanho. ( Gr. * cargo)

Jesus Cristo repreendeu severamente seus discípulos quando no meio deles surgiu uma disputa para ver quem era o maior, sendo isto um motivo de briga entre eles.

Mateus 20:
25 Jesus, pois, chamou-os para junto de si e lhes disse: Sabeis que os governadores dos gentios
os dominam, e os seus grandes exercem autoridades sobre eles.
26 Não será assim entre vós; antes, qualquer que entre vós quiser tornar-se grande, será esse o
que vos sirva;
27 e qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, será vosso servo;
28 assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.

Então o nicolaísmo é a busca de cargo e poder dentro do povo de Deus, são pessoas que querem dominar e ter proveitos deste cargo sobre os servos de Deus.

Como Comporta-se uma pessoa que tem espírito Nicolaita?

A obra do Nicolaíta é semelhante a de muitos políticos de Brasília, eles buscam para si cargo e
maior poder sobre os demais. Querem ser os porta vozes do povo e governar as igrejas de Deus, como manda chuva, chefão e tudo tem que passar pelo seu crivo e aprovação se isso não acontece eles ficam muito aborrecidos e utilizam aqueles que por medo estão submetidos a sua autoridade para fazer guerra aos que ameaçam sua autoridade. Nicolaítas invocam muito sua autoridade, sentem-se contrariado de qualquer forma e sempre dizem que estão desrespeitando o seu Ministério, desonrando o ministério.

Você conhece algum nicolaíta? Como identificar?

Algumas características dos Nicolaítas.

- eles querem se perpetuar em seus cargos, e criam cargos novos para no futuro se colocarem neles, eles sempre arrumam um jeitinho para ficar no topo da hierarquia antibiblica criada dentro da igreja de Deus.

- Adoram ser bajulados, armam uma cauda de pavão para isso.

- Detestam reconhecer em público suas barberagens ou serem contraditados, quando são pegos em contradição, dizem: Não é bem assim, veja bem, é o seguinte. Normalmente pela sua prática conseguem fazer aqueles que tem razão ficarem por culpados e os errados se tornarem certos.

- São mestres na frase de duplo sentido, eles fazem duplo sentido ou para aqueles que lhe apresentam ameaça a suas pretensões ou em suas frases quando elas são contraditórias arrumam outro significado. Mestres em distorcer as coisas, na verdade é desta forma que ele blinda sua autoridade sobre o povo, sempre acabam passando por bom aos olhos de seus dominados.

- São extremamente ardilosos, fazem reuniões secretas, costuram políticas de cargos, preferência ou salários para conseguir adeptos e tentam conquistar simpatizantes. Criam sistemas dentro da igreja em que eles tenham controle de tudo e de todos.

- Nicolaítas minam a confiança dos irmãos de um sobre os outros e cria disputas dentro da igreja pelo poder de modo que ele consiga identificar quais são os seus dominados. Ele o Nicolaíta cresceu assim dentro da igreja, disputando e pisando sobre aqueles que lhe ameaçam. Um Nicolaíta consegue transformar um anjo em demônio em poucas horas sobre seus dominados.

- São manipuladores da verdade e mentem com a maior tranquilidade se isso for necessário, e se desculpam com a frase em suas mentes: Os meios são justificados pela finalidade. Tipo assim eu sou um herói do povo eles precisam de mim, melhor eu aqui do que outro.

Identificando um presbítero Nicolaíta:

-Presbíteros Nicolaítas permanecem as vezes por anos e as vezes décadas como único presbítero na igreja local, ele não ordena outros presbíteros para dividir sua autoridade ou compartilhar, se faz isso tem que ser algum parente para ele manter o sistema em família e o máximo que ele faz é ter diáconos para lhe servir, isso dá um ar de compartilhar poder sem colocar em risco sua hegemonia. A Biblia ensina que uma igreja local deve ter vários presbíteros. ( Atos 13:1-3). A Biblia pede as mesmas exigências de um presbítero para um diácono, portanto um diácono é tão autoridade espiritual quanto um presbítero.

-Um presbítero Nicolaíta ainda que em sua igreja tenha outros presbiteros ele vai dar um jeito de ter uma hierarquia ou cargo acima deles para manter o controle sob suas mãos ou então ele vai buscar um outro meio de criar seu troninho.

- Presbíteros Nicolaítas colocam medo no povo subjulgado para garantir-se ou ver seu domínio sobre eles e impedem que as pessoas que lhe ameaçam este domínio sejam recebidas ou que seus adeptos a ouçam. Tipo assim Diótrefes que expulsava da igreja os que recebiam os enviados dos Apóstolos ( veja III João 7-12).

- Presbíteros Nicolaítas usam recursos de lavagem cerebral sob seus subjulgados, ele tem que dominar tudo e até a mente dos seus dominados. Os dominados neste caso são capazes de qualquer coisa a favor dos seus Nicolaítas, eles perdem a noção do certo e errado. Tipo assim: O certo é errado e o errado fica sendo certo.

 - Presbíteros Nicolaítas adoram dizimo e não conseguem nem disfarçar seu interesse pelo poder e o dinheiro dentro da igreja, para ele uma igreja abençoada é medida pela arrecadação e pela quantidade independente da qualidade ou espiritualidade.

-Presbíteros Nicolaítas gostam de fazer fama em cima dos trabalhos alheios, eles tentam roubar os louros dos outros.

- Finalmente: Nicolaítas se tornam dominadores do povo de Deus e prejudicam a espiritualidade e crescimento da igreja de Deus, dividindo ou mantendo a igreja dividida desde que se mantenham em suas cadeiras e cargos.

As pessoas sinceras que lerem este artigo tenho certeza que rapidamente vão buscar vigiar mais para ver se não estão sendo vítimas destes nicolaítas, porem os nicolaítas vão se morder de raiva e buscarão de alguma forma camuflar mais seu modo operante para não ser identificado.

Nos dias Apostólicos os Nicolaítas eram publicamente reprovados e combatidos, porém agora na era de Laodicéia, infelizmente a igreja está infestada deles. Oremos a Deus para ter força para aborrecer as obras dos nicolaítas dentro da igreja de Deus.

Se você gostou deste artigo de coração, você provavelmente não é um Nicolaíta, mas isso não significa que você não seja vítima do domínio de um deles e esteja subjulgado por algum deles.

Se você odiou este artigo, ou não conseguiu ler inteiro, e esta remoendo dentro de si de raiva, é bem provavel que você seja um nicolaíta. A Solução é se arrepender e abdicar das suas pretenções e aprender de Jesus Cristo que veio para ser servo e não para ser servido.

Como Combater o Nicolaísmo e nicolaítas dentro da Igreja de Deus.

Pregando a palavra pura de Jesus Cristo e destruindo a hierarquia e a eletização dentro do ministérios. Falando contra os abusos e desmandos, denunciando sem medo, pois aquilo que eles combinam no oculto e no secreto devemos pregar e falar de cima dos telhados. ( veja Mateus 10:26-28).

Jesus também combate contra os nicolaítas dando aos seus servos fiéis a aguda espada de dois fios que é a verdade da sua palavra.

Apocalipse 2:15 Assim tens também alguns que de igual modo seguem a doutrina dos nicolaítas.
16 Arrepende-te, pois; ou se não, virei a ti em breve, e contra eles batalharei com a espada da minha boca.

Autor; Evangelista Flávio Schmidt de Carvalho.
www.igrejadeDeus.biz

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

O Segredo do Vaticano revelado.



Uma explicação das profecias de Daniel 7 e Apocalipse 13 esclarecedora. Revelando detalhes e características da Besta do Apocalipse com fatos históricos.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A Origem do Natal

O NATAL VEIO DO PAGANISMO.


PROVAS NA HISTÓRIA E NA BÍBLIA.

 
Enciclopédia Católica (edição de 1911): "A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal".

Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima): "... não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo".Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.

Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.

1. JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO

Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho." (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).

2. COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?

The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:
"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.

As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.

Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.

Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."
O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.

Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.

A Enciclopédia Britânica diz:

"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."


3. A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL

O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se:
- criou a instituição de ajuntamentos (cidades);
- construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros);
- fundou Nínive e muitas outras cidades;
- organizou o primeiro reino deste mundo.
A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.

Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.

Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.

Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17).

4. OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL

A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas Perguntas): "[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã."

Também as VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite.

PAPAI NOEL é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..."Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito. - Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!" - É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo;" (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte." (Prov 16:25).

Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!

5. O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?

As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria:

"Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram."
(Os 4:13)

"Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti." (Deut 16:21)

Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.

6. É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?

Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos??... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??... Não parece absurdo deste ponto de vista?!...)

Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março.

Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:

"E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra."


7. POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?

Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria.

Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.

Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Versículo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.

O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.

8. UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO" PODERIA REALMENTE HONRAR A CRISTO?

Há pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, senão para honrarem a Jesus Cristo. Mas diz Deus:

"Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.' Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; ...".
(Deut 12:30-31)

"Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ... Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'"
(Jr 10:2-3).Deus disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.

Deus não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria consciência":

"Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade".
(Joã 4.24).

O que é a verdade? Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (Joã 17:17). E a Bíblia diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume pagão:

"Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens."
(Mt 15:9).

A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus.

"E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus"
(Mat 15:6).
"Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses..." (Deut 12:31)
Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs!

9. ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS

Nem precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo, idolatria, e contemporização, por trás do "Natal"?... E que diz Deus? Devemos "adaptar e corrigir o erro"? Ou devemos praticar "tolerância zero, separação total"?

"Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas."
(Ap 18:4)


10. AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?

Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunar-solar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).

 A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isa 7:14) que significa "Deus conosco". Em Cristo se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1).

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Jesus:
· Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1/24 = 15 dias, 2 vezes ao ano. Os números estão arredondados, pois 24 turnos x 15 dias = 360 dias =/= 365,2422 dias = 1 ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.
· O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10).
· O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe. Êxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1; Ex 13:4.
· Usualmente havia 12 meses, alguns deles com 29 dias, outros com 30 dias, totalizando apenas 12 x 29,5 = 354 dias, ficando faltando 11,2422 dias para o ano solar. A cada 3 ou anos a distorção entre este calendário e o solar era corrigida através da introdução do mês de Adar II.
Temos a seguinte correspondência:
 
Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de Abias" (Tamuz, i.é, junho / julho) (Luc 1:5,8,9).
Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho / julho) ou início do mês Abe (julho / agosto).
Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro / janeiro) ou início de Sebate (janeiro / fevereiro).
Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou outubro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").


Em 1999, Hélio de M. Silva adaptou (excluiu/adicionou/modificou) algumas poucas palavras e até parágrafos de um estudo que estava em 18 sites de língua portuguesa, nenhum dando o nome do autor, mas parecendo ser tradução/adaptação do livreto "The Plain Truth About Christmas", publicado em 195x pela Worlwide Church of God


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Israel alerta o mundo que “as profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias

Israel alerta o mundo que “as profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias”
Discurso de primeiro-ministro na ONU pode ser prenúncio da Guerra de Gogue e Magogue.

por Jarbas Aragão



Israel alerta o mundo que “as profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias” Israel alerta o mundo "as profecias estão se cumprindo em nossos dias"

Embora pesquisas de opinião indiquem que menos da metade da população de Israel acredite nas profecias bíblicas, a questão religiosa sempre foi determinante para o Estado judeu. Quando Benjamin Netanyahu, Primeiro-Ministro de Israel, falou na Assembleia Geral das Nações Unidas, dia 1º de Outubro, os meios de comunicação deram ênfase apenas aos primeiros dois terços de seu discurso.

Netanyahu falou por cerca de meia hora. Grande parte do que foi dito reflete o temos de Israel de um ataque do Irã a qualquer momento. Essa foi a tônica de mais da maior parte de suas colocações. O restante foram considerações sobre um antigo tema: a Palestina. O que surpreendeu a muitos foi os minutos finais do discurso.

Em suma, o primeiro-ministro acredita que o Irã não é confiável e seu recente discurso conciliador esconde uma estratégia armamentista. Nesse momento, é a maior ameaça à paz no mundo. Se as outras nações não desejam enfrenta-lo com uma postura rígida, Israel está pronto para se defender sozinho. Sobre o novo presidente iraniano, Hassan Rohani, foi direto: “Ele é um lobo que acha que pode colocar lã em cima dos olhos da comunidade internacional”. Lembrou ainda que Rouhani, quando foi chefe do Supremo Conselho Nacional de Segurança do Irã, entre 1989 e 2003, deu o aval do governo a atentados terroristas que dizimaram centenas.

Ao longo de seu discurso, Netanyahu apelou para os relatos do Velho Testamento sobre Ciro, o rei da Pérsia [atual Irã] que cerca de 2.500 anos atrás encerrou o exílio dos judeus na Babilônia. Ele também possibilitou o retorno dos israelitas à sua Terra e a reconstrução do Templo de Jerusalém. Para ele, a amizade secular entre os dois povos foi rompida em 1979, quando ocorreu a Revolução Islâmica no Irã, liderada pelo aiatolá Khomeini. Desde então, o governo religioso muçulmano iraniano se aliou aos maiores inimigos de Israel, as nações árabes.

Mais recentemente, aproveitou-se do desenvolvimento de seu programa nuclear e passou a fazer constantes ameaças a Israel. Embora os iranianos neguem, é de conhecimento da ONU que existem centrífugas para o enriquecimento de urânio e uma usina de água pesada que ainda este ano deixará o pais em condições de ter bombas nucleares. Ao mesmo tempo, o Irã agora pede que Israel se desmilitarize e interrompa seus próprios programas armamentistas.

A comparação imediata do primeiro-ministro israelense é com a Coreia do Norte, que manteve um discurso de cooperação até o momento em que realizou testes nucleares e passou a ameaçar a Coreia do Sul e os EUA.

Em outras ocasiões o Irã por acusou Israel de não assinar a Convenção de Armas Químicas nem a Convenção de Armas Biológicas, ou qualquer outro tratado da ONU sobre o armamento nuclear, Isso inclui o Tratado de Não Proliferação, do qual o Irã é signatário.

Porém, Netanyahu alerta que o Irã, ao lado da Rússia, são os grandes apoiadores da guerra na Síria, onde foram usadas armas químicas. A partir daí, falou sobre sua intenção de ter paz com os palestinos desde que haja “reconhecimento mútuo, no qual um Estado palestino desmilitarizado reconhece o Estado judeu de Israel”. Asseverou ainda que Israel é “uma nação próspera com capacidade de se defender”.

Ao encerrar, usou um tom inesperado. “As profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias. No nosso tempo vemos serem realizadas as profecias bíblicas. Como o profeta Amós [9:14-15] disse, eles reconstruirão as cidades assoladas, e nelas habitarão. Plantarão vinhas e beberão o seu vinho. Cultivarão pomares e comerão os seus frutos. Serão plantados na sua terra para nunca mais serem arrancados da sua terra [que lhes dei, diz o Senhor].

Após repetir os versos no original em hebraico, emendou “Senhoras e senhores, o povo de Israel voltou para casa para nunca mais dela ser arrancado”.

Para muitos teólogos, o cenário que se desenha hoje, comparado ao texto de Ezequiel 38-39, aponta para o que a Bíblia descreve como a Guerra de Gogue e Magogue. Haverá grandes nações do mundo unidas na batalha contra Israel:

1 – a federação de dez reinos, que constitui um grande Império Mundial;
2 – a federação do Norte, (Rússia e seus aliados);
3 – os reis do Leste, povos além do Eufrates (Irã);
4 – o rei do Sul, poder ou coligação de poderes do Norte da África (Egito).

Embora a hostilidade dos quatro primeiros seja de uns contra os outros e contra Israel (Zc 12.2,3; 14.2), é particularmente contra o Deus de Israel que eles lutam. Com informações de Times of Israel.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Síria não cederá nem com 'terceira guerra mundial', diz vice-ministro.

Últimas notícias de 04de setembro de 2013.
A Síria não vai ceder diante da ameaça de ataques ocidentais, nem que isso provoque uma terceira guerra mundial, disse à France Presse o vice-ministro sírio de Relações Exteriores, Faisal Moqdad, às vésperas de um provável ataque americano ao país em guerra civil.

"O governo sírio não mudará sua posição. Nenhum sírio pode sacrificar a independência de seu país", disse o vice-chanceler Moqdad, que garantiu que Damasco tomou todas as medidas para responder a uma possível agressão externa.

"Nenhum sírio pode sacrificar a independência de seu país."

Segundo o vice-ministro, "os Estados Unidos e seus aliados se mobilizam para uma agressão contra a Síria".

"Acredito que, de seu lado, a Síria tem o direito de mobilizar seus aliados e receber deles todo o tipo de apoio".

Faisal Moqdad afirmou que Damasco tomou "todas as medidas" para responder a uma agressão externa.

Moqdad também disse que a posição da França em relação a seu país é vergonhosa.
Segundo ele, Paris está subordinada a Washington.

"É vergonhoso que o presidente francês diga: 'Se o Congresso aprovar, vou à guerra, se não aprovar, não vou", como se o governo francês não tivesse nada mais a dizer', afirmou.

Aval do Congresso

O presidente dos EUA, Barack Obama, tenta obter aval no Congresso para uma ação militar contra o regime do presidente sírio Bashar al-Assad, acusado de usar armas químicas contra civis e rebeldes antigoverno na periferia de Damasco em um ataque em 21 de agosto.

O regime sírio nega o ataque, que atribui a "terroristas" ligados à rede terrorista da Al-Qaeda, que tentam desestabilizar o país.

O Conselho de Segurança da ONU não consegue aprovar uma resolução que prevê um ataque à Síria, pois Rússia e China, aliadas de Assad, usam seu poder de veto para barrá-la.

A guerra civil síria dura quase dois anos, já matou mais de 110 mil pessoas, destruiu boa parte da infraestrutura do país, gerou uma crise humanitária e de refugiados e ameaça a estabilidade do Oriente Médio.

Fonte Portal G1