quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Dai a Cesar X Dizimo Obrigatório ( Dai a deus)

O imposto de Renda Versus o imposto do Dízimo

Muito se tem discutido sobre o dízimo mosaico e o erro das igrejas atuais em persistir cobrando um encargo da lei que caía sobre os agricultores. A Igreja católica instituiu o dízimo no século VI e as igrejas que antes protestavam, adotaram seu modelo e hoje cobram, e ainda mais, amaldiçoam os que não consentem em pagar a taxa que elas estipulam.

Estamos em abril, mês da apresentação da Declaração de Ajuste do Imposto de Renda da Pessoa Física (Seres humanos e não empresas). Neste pequeno tratado vamos analisar a diferença entre o tratamento do governo e o tratamento das igrejas que insistem em cobrar o dízimo católico alegando que é o dízimo bíblico que era o produto rural.

Mas e aí, será que esse imposto é taxado sobre todas as rendas e todas pagam proporcionalmente ao que ganham? Será que o governo cobra uma alíquota fixa e todos os cidadãos têm que pagar essa alíquota fixa de imposto?

Não vamos adentrar nos diversos impostos oriundos de diversas atividades que as empresas recolhem, mas permaneceremos no imposto mais próximo do modelo católico de "dízimo" sobre salários.

Como nem todos os leitores aqui pagam imposto de renda, muitos desconhecem os procedimentos para a cobrança do mesmo. Explanaremos a seguir como se procede na cobrança desse imposto em nosso país.

Procedimentos para cálculo do Imposto de Renda

Primeiro, a legislação do Imposto de Renda das pessoas Físicas (IRPF) considera que, quem ganhou em 2006 salário de até R$ 14.992,32 está isento do pagamento do imposto de renda. Entre 14.992,33 e 29.958,88 o calculo do imposto será pago mediante a aplicação da alíquota de 15%,e acima de 29.958,88, a alíquota a ser aplicada é 27,5%. (Fonte:http://www.receita.fazenda.gov.br/aliquotas/TabProgressiva20022011.htm).

Só que o "César" brasileiro não pára aí, ele concede certa generosidade e permite alguns descontos da base de cálculo do imposto. Ele permite o desconto de até 20% do valor do salário anual para quem optar pela declaração simplificada, independente do uso do dinheiro com educação e ou saúde.

Para quem optar pelo modelo de Declaração Completa, podem ser descontados do valor para cálculo do imposto de renda, os valores gastos pelo cidadão referentes ao pagamento de despesas com educação e saúde suas e de seus dependentes.

O valor da base de cálculo a ser aplicada a alíquota devida é reduzido com o desconto dessas despesas educacionais e de saúde. E mais, esse ano (ano 2007 com referencia a ganhos de 2006) o governo ainda autorizou a descontar a parte de previdencia social (INSS) que o contribuinte pagou referente a um empregado domestico sob um salário mínino, o que diminui o imposto, por ser descontado do imposto e não do valor dos rendimentos, como se faz com as despesas com Educação e Saúde.

E mais, "César" (o governo) ainda permite a dedução da base de cálculos de contribuições feitas a ONGs reconhecidas e outras entidades de assistência social, cultura e outras, desde que respeitados os limites legais. (Para detalhes, pesquisar na página www.receita.fazenda.gov.br).

O contribuinte escolhe o modelo de declaração e opta pelo que lhe for mais conveniente, podendo utilizar os programas de computador que o governo disponibiliza no sitio próprio.

Principais Rendimentos ISENTOS (sem incidencia de imposto de renda)

Há ainda os rendimentos que não incidem imposto de renda e nem entram na base de cálculo do imposto, dos quais podemos destacar:

1 – Indenização de rescisão de contrato de trabalho, FGTS, Seguro Desemprego, PIS;

2 – Lucro na venda de um único imóvel e de pequeno valor;

3 – Lucros e dividendos recebidos de participação em empresas;

4 – Rendimentos de Cadernetas de poupança;

5 – Recebimentos de Heranças e doações e meações;

6 – Recebimento de apólices de Seguro;

7 – Recebimento de aposentadoria por invalidez ou doença grave;

8 – Recebimento de indenizações e compensações.

IRPF versus Imposto "Dizimal"

E o seu deus( Igreja), ele permite deduções da base de cálculo dos seus impostos dizimais? (embora apliquem fora do contexto bíblico e seguindo a igreja católica que criou o sistema de dízimos no cristianismo no século VI).

Seu deus, ou melhor, seu pastor admite deduções dos dízimos quando se gasta com saúde, médicos, planos de saúde, educação? Pode-se usar do dinheiro do dízimo para atender as necessidades básicas da vida? Pode-se fazer doações a entidades de assistência social e deduzir parte da base de calculo do ‘dizimo’?

Se "César" permite, e mais, descontar e isentar do cálculo do impostos as despesas com saúde ‘César’ é mais bondoso que seu deus(sua religião)? Se os valores gastos com educação e saúde do cidadão e seus dependentes ficam isentos de imposto, por que seu deus (Igreja) não te isenta também do pagamento do imposto dizimal???

E mais, se "César" ainda concede isenção de impostos para os aposentados por doenças graves, seu deus (igreja) desonera do pagamento do dízimo clerical aos que são necessitados, aos doentes e aos pobres? (OBS: O governo não cobra Imposto de renda dos que ganham menos de R$ 14.992,32, e sua igreja, cobra imposto dizimal desses?).

Está na hora de rever seus conceitos e ver a que deus está adorando com seus dízimos, pois se "Pais maus" (Mat 7:11) - (vamos supor aqui que seja "César", ou o governo, como alguns dizem que é mau) desoneram os menos favorecidos, por que o "Pai Bom" (Marcos 10:18) não faz o mesmo????

Seu deus (sua igreja) lhe isenta do pagamento de dízimos dos recursos vindos de:

1 – Indenização de rescisão de contrato de trabalho, FGTS, Seguro Desemprego, PIS?

2 – Lucro na venda de um único imóvel e de pequeno?

3 – Lucros e dividendos recebidos de participação em empresas?

4 – Rendimentos de Cadernetas de poupança?

5 – Recebimentos de Heranças, Doações e Meações?

6 – Recebimento de apólices de Seguro?

7 – Recebimento de aposentadoria por invalidez ou doença grave?

8 – Recebimento de Indenizações e Compensações?

Se não te isenta, ele é um deus falso e sua igreja é mentirosa, pois o Deus verdadeiro é maior em bondade que César, e não desampara e nem explorar seus pequeninos.

Tributar a todos com igualdade de alíquotas, quer ganhem muito ou pouco, é fraude, e nem os governos fazem isso.

Por que sua igreja insiste em fazer? Ganhos diferentes, alíquotas diferentes, é assim que "César" faz!!! E ainda isenta alguns rendimentos e permite desconto de outros.....

E mais, Cézar ainda não tributa heranças, seguros, aposentadorias por invalidez ou para quem ganha um salário mínimo.

César não tributa Indenizações, ajudas de custo, lucros e dividendos de participação em empresas.

César não onera a viúva pobre e o órfão pobre, cobrando deles do mesmo jeito dos outros.

O desempregado não precisa pagar à César imposto de seu FGTS ou de seu seguro desemprego e de sua indenização trabalhista.

O órfão ou a viúva não precisa pagar à César imposto de sua herança ou meação....

O pior cego, é aquele que não quer ver. E mais, aceita lavagem cerebral barata dizendo que ‘entrega’ e o que a igreja vai fazer, é problema dela. O pior surdo é o que tem ouvidos não para ouvir. Olhos para não ver....Coração para não converter a Deus que já deu seu dízimo precioso, cumprindo em seu filho os simbolos da lei mosaica.....


Por Misael Malagoli

OFERTA. Uma prática que permaneceu.

OFERTA X DÍZIMO na Nova Aliança

Vamos comprovar por meio de uma argumentação Biblica e equilibrada que a oferta é o sistema mais de acordo com a dispensação da Graça, e que portanto na igreja Neotestamentária, foi a pratica adotada.


Ofertar é uma prática Edenica.

Genesis 4:4 Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura. Ora, atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta.

Essa é a primeira prática de ofertar que encontramos na Biblia, e foi movida pela gratidão e voluntariedade, uma característica muito interessante da prática da oferta, que de alguma forma se mostra diferenciado da prática Dizimista, que pode ser até feita por voluntariedade como alguns querem dizer, mas que na verdade ocorre nos dias de hoje dentro de uma coersão em muitos casos.

O Dizimo, não aparece como uma doutrina ou prática iniciada pelo Povo de Deus, mas uma prática iniciada pelos primeiros povos, como forma de manutenção Tribal e das cidades. Existem alguns achados
arqueológicos que provam que o Dizimo foi um meio de imposto de cidades e povos da Mesopotania.

Os babilônicos sustentavam seus templos, seus deuses com dízimos. (Veja W. von Soden, He Ancient Orient, Eerdmans, 1994, pp. 188-198.
Também A. Leo Oppenheim, Ancient Mesopotamia, University of Chicago, 1977, oo. 183.198 e W. Eichrodt, Theology of He Old Testament, SCM, 1987, Vol. I, pp. 141-177 e Harris, Archer, Waltke, Theological
Wordbook of He Old Testament, Moody Press, 1980).

Nesta análise, podemos afirmar, com certeza que a prática dizimista veio bem depois da oferta voluntária ao exemplo de ABEL.

Assim como o casamento e união Monogâmica veio do Éden, ao exemplo de Adão e Eva, e depois mais tarde a prática da Poligamia a exemplo dos costumes gentílicos, porém novamente o proprio Legislador da Nova
Aliança, Jesus Cristo, aponta o principio correto.

Mateus 19:4
Respondeu-lhe Jesus: Não tendes lido que o Criador os fez
desde o princípio homem e mulher, 5 e que ordenou: Por isso deixará o homem pai e mãe, e unir-se-á a
sua mulher; e serão os dois uma só carne?
6 Assim já não são mais dois, mas um só carne. Portanto o que Deus
ajuntou, não o separe o homem.

Nos vemos claramente pelo texto citado que Jesus esta Legislando a volta ao casamento monogâmico.

No caso da ocorrência de Mateus 23:23

A crítica de Jesus aos religiosos judeus tem sido usada como ordem para os cristãos darem o dízimo (Mt 23.23; Lc 11.42). Os modernos defensores do dízimo dizem que a frase de Jesus "devíeis fazer estas
coisas sem omitir aquelas" coloca o dízimo como obrigatório aos cristãos: eles devem fazer estas coisas (por exemplo, o dízimo) sem omitir aquelas (isto é, as coisas mais importantes da lei). Tal uso é incorreto. Durante sua vida, Jesus estava sob a lei de Moisés (Gl 4.4) e obedeceu esta lei, incentivando o oferecimento de sacrifícios de animais (Mt 5.23,24; Mc 1.44; Lc 17.14), participação nas festas judaicas (Jo 4.45; 5.1; 7.2,10,37; 10.22,23). O fato de Jesus ter ensinado sobre o dízimo ou sobre os sacrifícios durante sua vida não
significa que estas coisas seriam incorporadas na Nova Aliança.

Nos vemos Jesus focalizando a sua atenção na oferta da viúva, um contexto bem diferente da sua crítica aos escrupulosos dizimistas Fariseus. Nesta ocasião da oferta da viúva vemos nitidamente Jesus mostrando seu apreço a voluntariedade e ao sacrifício movido pela fé, e não pela força da Lei.

Lucas 21
1 E, OLHANDO ele, viu os ricos lançarem as suas ofertas na arca do
tesouro;
2 E viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas;
3 E disse: Em verdade vos digo que lançou mais do que todos, esta
pobre viúva;
4 Porque todos aqueles deitaram para as ofertas de Deus do que lhes
sobeja; mas esta, da sua pobreza, deitou todo o sustento que tinha.

Este também configura-se num exemplo nítido de entrega de dinheiro como oferta, o que já não acontece na tipificação do Dízimo Bíblico que era somente em produtos da terra ou melhor dizendo agro-pastoris.
Jesus ao citar a hipocrisia dos Fariseus, não querendo ater-se ao aspecto do ato de dizimar em si, refere-se ao endro, cominho e hortelã, associando ao dízimo coisas comestiveis, dando nisto entender a real compreensão do que era dízimo naquela época.

Reforçamos nestes dois exemplos das moedas da Viúva pobre que era ofertante, claramente vemos que não uma dizimista, e a menção em forma de crítica dos fariseus dizimistas, que não o faziam em
dinheiro.

Por ser assim, entendemos que a oferta além de poder ser dada em dinheiro, o que não ocorria com o Dizimo Biblico, podia também ser dada em outras formas, como roupas, comida.

A Igreja Neotestamentaria, não precisa ater-se somente em ofertas em forma de dinheiro, pode também a titulo de exemplo como foi o pedido de Paulo o Apostolo, levantar ofertas para ajudar igrejas mais
pobres, como foi o caso da coleta aos pobres de Jerusalem.
Acreditamos que este caso, não foi uma oferta somente em dinheiro, mas em roupas e outras coisas necessárias para eles, pois o contexto e pedido de Paulo, nos deixa nitidamente esta impressão;

I Coríntios 16
1 ORA, quanto à coleta que se faz para os santos, fazei vós também o
mesmo que ordenei às igrejas da Galácia.
2 No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder
ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as
coletas quando eu chegar.
3 E, quando tiver chegado, mandarei os que por cartas aprovardes,
para levar a vossa dádiva a Jerusalém.


Estas dádivas, não podemos contextualizar que sejam somente dinheiro, mas objetos que igualmente poderiam ser úteis, como no caso peças de roupa ou azeite, e coisas necessárias. Pois o mesmo Apostolo, tinha por costume dividir suas posses com os pobres e mais necessitados em forma de oferta e caridade.

Atos 20
33 De ninguém cobicei a prata, nem o ouro, nem o vestuário.
34 Sim, vós mesmos sabeis que para o que me era necessário a mim, e
aos que estão comigo, estas mãos me serviram.
35 Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário
auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que
disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber.

Novamente, vemos uma pré-disposição a oferta, e não nenhum tipo de sistema legalista ou sistemático como é o dízimo.

Encontramos por parte do mesmo apóstolo outras referências, sempre no mesmo sentido, das ofertas, nenhuma denotando o Dízimo um uma sistematização legalista.

As ofertas a Deus são voluntárias e sem porcentagem fixa (1Co 16.1-2; 2Co 9.7). Voltar aos dízimo é o mesmo que voltar à circuncisão, incenso, sacrifícios de animais, sacerdócio araônico, etc.

Voltar ao rudimento fraco e temporário do sistema Levitico, estaria prendendo a igreja ao mesmo legalismo que cegou os fariseus, e que foi motivo de censura por parte de Jesus Cristo. O que hoje vemos ainda estilizado nas denominações religiosas, que sem perceber criam barreiras e preconceitos aos que não se dispõe a aceitar o Dizimo como Lei ou prescrição, ordenança, ou qualquer outra forma que seja chamada esta prática. Estamos na dispensação da graça, onde os preceitos cerimoniais deixaram de ter vigor, cumpriram seus propósitos, de levar até Cristo a perfeição se faz mediante a voluntariedade e nisso o sacerdócio de Melquizedeque foi caracterizado, pois vemos Abraão nosso pai na fé, agindo assim, não por força de uma lei ou ordenança, mas movido pela fé perfeita em Deus.

Assim façamos e assim sejamos, pensem nisto.


Autor: Evangelista Flávio Schmidt de Carvalho

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Quem são os 144 mil e a Oliveira em que fomos enxertados?

OS 144.000 SELADOS E O VERDADEIRO ISRAEL DE DEUS

Muito se escreve e se prega referente ao povo elegido de Deus, mas muitas vezes não se tem posto bases bíblicas para saber qual é este povo. O fato de que uma igreja, qualquer que seja, diga que é o povo de Deus, sem mais demonstração que o seu fundador ou ministros ensinam, não é uma razão convincente; é mais uma pretensão que pode estar equivocada.

Atualmente há muitas igrejas que têm cinco ou cem anos de existência, mas todas elas se dividiram de outras, tem homem que examina a Bíblia e com ajuda de alguma concordância encontra algumas passagens que lhe anima seu espírito para pregar, e este, depois de tudo, forma um grupo de pessoas, e agora tanto ele como o grupo sustenta que é a verdadeira igreja, pregando unicamente a salvação e o arrependimento mas sem saber e desprezando as condições de onde vem a verdadeira salvação e como é o verdadeiro arrependimento.

Em conseqüência, facilmente se vê que estas igrejas novas não têm as virtudes do Espírito Santo, porque não é a igreja primitiva, nem tampouco é a igreja que padeceu a tremenda perseguição no tempo dos imperadores romanos.

Mas a palavra de Deus que e infalível, nos está ensinando com caracteres visível que o Deus do céu tem particularmente um povo, ou seja a igreja pela qual Cristo derramou seu sangue e a constituiu fiel depositária da sua doutrina e de seus dons. Isto é claro entender porque desde que Cristo começou seu ministério até que ascendeu aos céus, instruiu os apóstolos para que continuassem dirigindo a sua Igreja.

Qual é o fundamento que nos sustenta para pensar desta maneira? É o povo judeu o verdadeiro povo de Deus? É os gentios o povo de Deus? Quem forma a igreja comprada pelo grande sacrifício de Cristo? Veja o sentido desta passagem: "Não vos torneis causa de tropeço nem a judeu, nem a gregos,nem a igreja de Deus" (1º Cor 10:32). Por esta passagem concluímos que a Igreja de Deus não são os judeus, muito menos os gentios, como se trata de ensinar nos tempos modernos.

É necessário, antes de tudo, ter em mente os términos "Igreja de Deus", "a verdadeira Oliveira" e "o Israel de Deus", são similares. Já vimos em 1º Cor 10:32, que a Igreja de Deus não são os judeus, nem tampouco os gentios, e sim a família de Deus aqui na terra, e esta família leva o nome do Pai de nosso Senhor Jesus cristo (Efésios 3:14,15) cujo nome, como está escrito em Amós 4:13 e 5:27, é Deus.

Este é o povo, a igreja que Paulo perseguia antes de sua conversão a ela, a única a quem ele mesmo dirige todas suas admoestações e os mandamentos do Senhor (consulte as seguintes citações: Gálatas 1:13; 1º Corintios 1:2, 3; 2º Corintios 1:1; 1 Timoteo 3:15; 1º Corintios 14:37, etc.).

Não podíamos nunca deixar passar por alto que "Cristo Jesus veio ao mundo para buscar e salvar o que se havia perdido" (Lucas 19:10). Pois aquele que se havia perdido não eram os gentios, "Sim as ovelhas perdidas da casa de Israel " (Mateus10:5,6).

Recordemos o momento quando uma mulher Cananéia chegou perto de Cristo dizendo: "Senhor, filho de Davi, tem misericórdia de mim; minha filha esta horrivelmente atormentada pelo demônio", e respondeu Jesus: "Não sou enviado senão para as ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mateus 15:25,24). Uma vez mais temos aqui a confirmação de que a Igreja de Deus não são os judeus nem os gentios, e sim as ovelhas que estavam perdidas da Casa de Israel. Estas ovelhas perdidas formaram "a eleição da graça" que nos fala o apóstolo Paulo em Romanos 11:5-8: "Assim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça. E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça. Que diremos, pois? O que Israel busca, isso não conseguiu; mas a eleição o alcançou, e os mais foram endurecidos, como está escrito: Deus lhes deu espírito de entorpecimento, olhos para não ver e ouvidos para não ouvir, até ao dia de hoje.".

Esta eleição é os mesmos "144,000" sinalados de todas as tribos de Israel (Apoc 7). Quando Cristo foi desprezado pelos seus, estes não aceitaram como seu Salvador. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, (João 1:11-13).

Estes cento e quarenta e quatro mil são as primícias que nos fala Apocalipses: "E cantavam um cântico novo diante do trono, e diante dos quatros seres viventes e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil, aqueles que foram comprados da terra. Estes são os que não se contaminaram com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes foram comprados dentre os homens para serem as primícias para Deus e para o Cordeiro.” (Apocalipse14:3,4) “E ouvi o número dos que foram assinalados com o selo, cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos dos filhos de Israel:” (Apocalipse 7:4).

Nesta forma vimos que esta “eleição da graça”, forma a "Oliveira Verdadeira", na qual os gentios, sendo aceitos, são enxertados nela. Jesus mesmo, ao pregar para aqueles judeus incrédulos, falava: "...Se Deus fosse o vosso Pai, vós me amaríeis, porque eu saí e vim de Deus; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou." (João 8:38-42). Notemos pois, que entre todos os israelitas que havia nos dias de Jesus, se distingue facilmente uma porção, a qual o apóstolo Paulo chama "a eleição da graça", que são filhos de Abraão. "Não que a palavra de Deus haja falhado. Porque nem todos os que são de Israel são israelitas; nem por serem descendência de Abraão são todos filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência. Isto é, não são os filhos da carne que são filhos de Deus; mas os filhos da promessa são contados como descendência." (Romanos 9:6-8).

Então está esclarecido o que Paulo disse. Somente os que creram em Cristo dos filhos de Israel forma a Boa Oliveira, porque estes são filhos de Abraão. Outra vez ao testemunhar disse: "E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa." (Gálatas 3.29).
Paulo segue descrevendo este quadro na seguinte forma (falando dos judeus incrédulos): “Logo, pergunto: Porventura tropeçaram de modo que caíssem? De maneira nenhuma, antes pelo seu tropeço veio a salvação aos gentios, para os incitar à emulação. E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado no lugar deles e feito participante da raiz e da seiva da oliveira, não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti. Dirás então: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado. Está bem; pela sua incredulidade foram quebrados, e tu pela tua fé estás firme. Não te ensoberbeças, mas teme;" (Romanos 11:11, 17-20).

O apóstolo inteligentemente está esclarecendo que os gentios sendo a Oliveira brava, tem sido enxertados na Boa Oliveira, exatamente na Igreja de Deus, formada primitivamente por 144,000 israelitas que foram a eleição da graça. E todavia o apóstolo nos faz a seguinte recordação: " Portanto, lembrai-vos que outrora vós, gentios na carne, chamam circuncisão, feita pela mão dos homens, estáveis naquele tempo sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos aos pactos da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo." (Efésios 2:11,12).
Finalmente queremos deixar uma pergunta para que seja respondida conscientemente e com o coração aberto. Todos os grupos religiosos de nossos dias, sejam qual for o nome, pretendendo ser o que pretendam, estão enxertados na oliveira verdadeira? Estão fazendo de acordo as obras de Abraão (Gênesis 26:5) e são na verdade a semente de bênçãos? Recorde que para ser o verdadeiro povo de Deus tem que estar imprescendivilmente enxertado na oliveira verdadeira, que é o Israel de Deus. De outra maneira está fora da República de Israel e vive sem Deus e sem esperança neste mundo.Os ramos naturais foram quebrados, e não é remoto que isto aconteça aos gentios, que forma a verdadeira Igreja de Deus. Quantos inquietadores que há por todos os lados, que prometem salvação vivendo eles em completa corrupção, por isto o apóstolo Paulo nos admoesta na seguinte forma: “Rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. e que dentre vós mesmos se levantarão homens, falando coisas perversas para atrair os discípulos após si." (Romanos 16:17; Atos 20:30).

"Olhai por vós mesmos, para que não percais o fruto do nosso trabalho, antes recebeis plena recompensa. Todo aquele que vai além do ensino de Cristo e não permanece nele, não tem a Deus; quem permanece neste ensino, esse tem tanto ao Pai como ao Filho."

Evangelista Flavio (Tomado de El Abogado de la Biblia, Agosto 1958).

segunda-feira, 18 de julho de 2011

A Restauração de Israel.

A RESTAURAÇÃO DE ISRAEL

A restauração de Israel à Palestina e a futura conversão da nação a Cristo ocupa um importante lugar na profecia Bíblica. O retorno de Israel para a Terra Santa é um evento que hoje ocorre, e é um sinal importante de que a segunda vinda de Cristo está próxima.

I. Necessidade da escolha de uma nação

As nações, depois do Dilúvio, originaram-se dos três filhos de Noé. “Estes são os três filhos de Noé: e deles se povoou toda a terra.” (Gênesis 10: 32). As nações recém formadas logo degeneraram-se para o paganismo. Elas esqueceram-se do único Deus verdadeiro; elas viveram em pecado. Elas mudaram a adoração a Deus em idolatria (Romanos 1: 21- 23) e a verdade de Deus em mitologia (Romanos 1: 25). Estando na escuridão do paganismo, as nações desagradavam a Deus. Ele desejava que todas as nações O adorassem como único verdadeiro Deus e que vivessem de acordo com Sua verdade e justiça. Sendo assim, mediante Seu plano de salvação, Deus propôs resgatar as nações da escuridão e restaurá-las para a luz. Ele planejou salvá-las do pecado para a justiça, da idolatria para o monoteísmo, e da mitologia para a verdade.

Para executar Sua obra de resgate das nações para Si, planejou Deus trabalhar através de uma nação escolhida. Esta nação escolhida seria um exemplo e uma testemunha missionária para as outras nações. Ela seria um meio para restaurar as outras nações para com Deus. Que nação escolheria Deus para realizar esta obra de redenção? Deus escolheria o Egito? Escolheria Ele a China? Escolheria Ele a Babilônia? Nenhuma destas nações existentes sobre a terra estavam qualificadas para esta obra de redenção. Todas as nações se degeneraram para o paganismo; todas igualmente estavam com necessidade de redenção. Deus não poderia usar qualquer nação que já fosse existente. Sendo assim, Deus planejou formar Sua própria nação especial para aquele propósito especial.

II. Formada uma nação escolhida

Deus selecionou Abraão para ser o fundador de Sua nação missionária escolhida, Israel. Israel nunca haveria de existir se não fosse pela obra de Deus. Abraão e sua esposa, Sara, não tinham filhos e não tinham esperança em possuir filhos. A origem, continuação e preservação da nação resultou da obra miraculosa de Deus. Deus disse a Abraão: “Eu farei de ti uma grande nação” (Gênesis 12: 2). A grande nação deve sua origem a Deus.

Israel, a nação especial de Deus, foi escolhida e exaltada sobre todas as outras nações. “Agora portanto, se vós obedecerdes a minha voz, e observardes meu concerto, então sereis para mim um tesouro peculiar entre todos os povos: pois toda a terra é minha: e vós sereis para mim um reinado de sacerdotes, e uma nação santa” (Êxodo 19: 5, 6). “Pois vós sois povo santo para o Senhor vosso Deus, e o Senhor vos escolheu para serem um povo especial para si, sobre todos os povos que estão sobre a face da terra”(Deuteronômio 7: 6). “Porque és povo santo ao SENHOR, teu Deus, e o SENHOR te escolheu de para lhe seres o seu povo peculiar, de todas as nações que estão sobre a terra.” (Deuteronômio 14: 2) . “E o Senhor, hoje, te fez dizer que lhe serás por povo seu próprio, como te tem dito, e que guardarás todos os seus mandamentos. Para assim te exaltar sobre todas as nações que fez, para louvor, e para fama, e para glória, e para que sejas um povo santo ao Senhor, teu Deus, como tem dito.” (Deuteronômio 26: 18, 19). “Mostra a sua palavra a Jacó, os seus estatutos e os seus juízos, a Israel. Não fez assim a nenhuma outra nação; e, quanto aos seus juízos, nenhuma os conhece. Louvai ao Senhor! ” (Salmos 147: 19, 20).

Existindo um ministério missionário para Seu povo escolhido, Deus os colocou na terra de Canaã, que é uma ponte para os três continentes (Ásia, África, e Europa), na encruzilhada das nações, no coração da terra. Israel deveria ser “uma cidade colocada sobre uma colina. “ Ela deveria ser uma luz brilhando na escuridão do paganismo. Israel deveria ser uma nação sacerdotal e trazer as nações de volta para Deus.

A história do Velho Testamento registra a triste história da falha de Israel quando permaneceu em separado como um povo e nação missionária. Ela relata o registro trágico do pecado de Israel e a apostasia em relação a Deus. No entanto, a profecia Bíblica, mostra a restauração dos judeus, sua futura purificação e conversão a Cristo, e sua exaltação entre as nações. No futuro reino de Cristo, Israel redimido cumprirá o propósito missionário original de Deus. (Isaías 60: 1- 22; 61:5,6; 66: 19- 21; Zacarias 8: 20- 23.)

III. Concerto de Deus com Abraão

A terra da Palestina pertence aos judeus. Deus, que é o possuidor do universo, prometeu a terra de Israel por eterna possessão. Para muitos observadores, o futuro destino da Palestina é um assunto de especulação. Entretanto, para os estudantes da Bíblia, não há necessidade de suposições. A Palestina é a Terra Santa da Bíblia, e a Palavra de Deus é muito clara quando diz a quem pertence a terra. A terra pertence a Israel.

Gênesis 12: 1- 3, 7 Terra prometida, semente, bênção

Gênesis 13: 14- 17 Toda a terra que ele pode ver

Gênesis 15: 5- 7, 18 Para tua semente concedida a terra

Gênesis 17: 1- 8 Uma possessão eterna.

Gênesis 22: 16- 18 Em tua semente benditas todas as nações

Romanos 4: 13 Herdeiro do mundo

Deus chamou Abraão da cidade de Ur do Caldeus para a terra de Canaã. Num concerto solene, Deus deu a terra a Abraão e a seus descendentes por possessão eterna. Gênesis 17: 7, 8 pode ser descrito como um termo de garantia da terra prometida, mediante o qual a posse eterna de Abraão está assegurada: “E estabelecerei o meu concerto entre mim e ti e a tua semente depois de ti em suas gerações, por concerto perpétuo, para te ser a ti por Deus e à tua semente depois de ti. E te darei a ti e à tua semente depois de ti a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã em perpétua possessão, e ser-lhes-ei o seu Deus.”

As promessas do concerto de Deus foram repetidas ao filho de Abraão, Isaque (Gênesis 26: 2- 5), ao filho de Isaque, Jacó (Gênesis 28: 13- 15; 35: 10- 12), e aos doze filhos de Jacó (Êxodo 2: 23- 25). Os descendentes dos doze filhos de Jacó formaram a nação, Israel. (1Crônicas 16: 13- 19.)

1. Promessas por se cumprir. As promessas de Deus a Abraão e a Israel não foram cumpridas por completo. Estas promessas serão cumpridas no reino de Cristo. Estevão, em seu sermão histórico, mencionou que Abraão não herdou estas promessas durante a sua vida. “Então, saiu da terra dos caldeus e habitou em Harã. E dali, depois que seu pai faleceu, Deus o trouxe para esta terra em que habitais agora. E não lhe deu nela herança, nem ainda o espaço de um pé; mas prometeu que lhe daria a posse dela e, depois dele, à sua descendência, não tendo ele filho.”(Atos 7: 4, 5). “Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas, mas, vendo-as de longe, e crendo nelas, e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra”(Hebreus 11: 13). Abraão e outros crentes fiéis serão ressuscitados da morte e herdarão estas promessas eternas no futuro reino de Cristo. Jesus disse: “Mas eu vos digo que muitos virão do Oriente e do Ocidente e assentar-se-ão à mesa com Abraão, e Isaque, e Jacó, no Reino dos céus;”(Mateus 8: 11). “Ali, haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, e Isaque, e Jacó, e todos os profetas no Reino de Deus e vós, lançados fora.”(Lucas 13: 28).

2. Bênçãos condicionais. Deus advertiu aos Israelitas que o privilégio em habitar a terra prometida estava dependente na sua obediência a Ele. Como punição pelos seus pecados, Deus os colocaria fora da terra. (Levítico 26: 27- 34; Deuteronômio 28: 1- 67; Josué 24: 13- 20.) A nação do concerto e a terra prometida estão em elo. Em todo o tempo em que os israelitas habitaram a terra da Palestina, eles receberam bênçãos. Em todo as as vezes que deixaram a terra, eles receberam escravidão (Egito), cativeiro (Babilônia), e perseguição (dispersão mundial).

IV. Três partidas e três retornos

Três vezes os israelitas deixaram a terra prometida. Três vezes eles retornaram ou estão retornando para o lar. Cada partida a cada retorno à terra foi profetizado na Palavra de Deus.

1. Egito. A primeira partida de Israel da terra prometida ocorreu durante o tempo de José, quando Jacó e sua família foram ao Egito para escapar das condições de fome em Canaã. Durante a sua residência no Egito, os descendentes de Jacó foram sujeitos à extrema escravidão pelos egípcios. Através de Moisés, Deus libertou os Israelitas da escravidão egípcia e permitiu que eles retornassem para a terra de Canaã. A escravidão de Israel no Egito (Gênesis 15: 13; Atos 7: 6) e o retorno da nação à terra prometida (Gênesis 15: 14, 16; Atos 7: 7; Gênesis 50: 24- 26; Hebreus 11: 22) foi profetizado. Estas profecias cumpriram-se.

2. Babilônia. A segunda partida de Israel da terra da promessa ocorreu durante o tempo de Daniel, quando o rei da Babilônia, Nabucodonozor, levou o povo em cativeiro para Babilônia. Claro, que nem todos o judeus foram deportados para Babilônia; muitas pessoas foram deixadas nas áreas rurais para cuidar da terra. Foi a estes judeus que Jeremias, o profeta, ministrou. A deportação dos judeus para a Babilônia começou em 606 aC. O cativeiro babilônico durou setenta anos. O cativeiro foi profetizado (Jeremias 25: 8- 11; Ezequiel 21: 18- 27) e cumpriu-se. (2Crônicas 36: 15- 21.) O retorno dos judeus depois de setenta anos também foi predito (Jeremias 25: 12- 14; Isaías 44: 28; 45: 1- 4), e estas profecias cumpriram-se. (2Crônicas 36: 22, 23; Esdras 1: 1- 11; Daniel 9: 1, 2.) O retorno dos judeus sob Esdras e Neemias não cumpriu muitas profecias concernentes ao futuro retorno de Israel à Palestina. Estas profecias começam a cumpri-se hoje, e estarão cumpridas quando Jesus vier. Muitos judeus que viviam na Babilônia nunca retornaram para Canaã. Além disso, um grande agrupamento de judeus que escaparam da deportação para Babilônia foi para o Egito, e começou lá uma importante colônia judaica.

3. Dispersão mundial. A terceira partida dos judeus da Palestina começou em 70d.C. e completou-se em 135. Esta partida resultou na dispersão mundial da nação escolhida por Deus. Hoje, depois de quase dois milênios, a restauração de Israel começou a cumprir-se. A dispersão de Israel foi profetizada e tornou-se realidade. A restauração de Israel à terra prometida da mesma forma foi profeitzada, e estas profecias também serão cumpridas.

V. Dispersão Mundial de Israel

1. Dispersão Mundial Predita. Através de Sua Palavra, Deus advertiu os Israelitas que Ele os espalharia entre todas as nações como punição pela desobediência.

Deuteronômio 4: 27 Espalhar entre as nações

Deuteronômio 28: 63, 64 Espalhar entre os povos

Jeremias 9: 16 Espalhar entre os gentios

Jeremias 31: 27 Semear Israel com semente dos homens

Ezequiel 11: 16 Espalhar Israel entre os países

Ezequiel 37: 1, 2, 11 Como vale dos ossos secos

Ezequiel 39: 23- 28 Dispersos por causa do pecado

Oséias 3: 4 Estar muitos dias sem rei

Zacarias 10: 9 Semeá-los entre os povos

Mateus 23: 35- 39 Vossa casa ficará desolada

Mateus 24: 1, 2 Destruição do templo

Lucas 21: 20 –24 Jerusalém pisada pelos gentios.

2. Predita a perseguição de Israel. Espalhado entra as nações, o povo escolhido de Deus experimentaria extrema perseguição. Eles fugiriam de país para país; eles não encontrariam descanso para a sola dos seus pés. Deus disse a Abraão: “Eu abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoarem”(Gênesis 12: 3). Nações que favoreceram os judeus tem sido abençoadas; elas tem prosperado. Porém, nações que perseguiram os judeus, tem experimentado dificuldade e tragédia. A perseguição dos judeus foi predita na Palavra de Deus.

Deuteronômio 28: 65- 67 Sem descanso para a sola dos pés

Levítico 26: 33- 45 Fragilidade nos corações

Salmos 44: 14 Por provérbio e maldição

3. Dispersão Mundial Cumprida. Durante a era do Novo Testamento, amplas colônias de judeus viviam em todas as maiores cidades e províncias do Império Romano. O número de judeus vivendo fora da terra prometida era maior do que o número dos que viveram na terra. Muitos judeus que foram para Babilônia e Egito durante o tempo de Daniel, Ezequiel, e Jeremias nunca retornaram para o lar. Na verdade, durante o ministério terreno de nosso Senhor, Babilônia e Alexandria eram os dois maiores centros do pensamento e cultura judaica. Os judeus da dispersão que eram representados pelos babilônicos falavam a língua aramaica e dialetos de parentesco, e eles interpretaram o Velho Testamento por paráfrases dos caldeus, os Targuns. Por outro lado, os judeus de Alexandria no Egito, falaram a língua grega e produziram a Septuaginta, ou tradução grega do Velho Testamento. Países e línguas do mundo romano representados pelos judeus em Jerusalém no Pentecostes, (Atos 2: 8- 11) revelam a extensão da dispersão judaica naquele tempo. Quando Paulo saiu em suas jornadas missionárias, ele encontrou um grupo de judeus em quase toda cidade que visitou. Embora estes judeus residissem em várias áreas do Império Romano, Jerusalém era para eles o centro da unidade religiosa e política.

A grande dispersão mundial dos judeus de Jerusalém e da Palestina começou em 70dC. E completou-se em 135 dC. Em 70 dC., quarenta nos depois da crucificação de Jesus, Jerusalém foi destruída pelos romanos, sob a liderança de Tito. O colapso do estado nacional judaico ocorreu em 135dC., quando o general romano, Julius Severus, derrotou Simon Bar Kochba, que liderou uma revolta contra Roma. Mais de 500.000 judeus foram mortos em batalha. Os judeus fora dispersos da judéia e foram espalhados entre as nações da terra. Por ordem do imperador romano Hadrian, o nome da província judaica foi descartado, e foi mudado para Síria Palestina. Jerusalém foi feita uma cidade pagã, e os judeus foram impedidos de adentrar seus portões sob pena de morte. A perseguição aos judeus tornou-se comum através do império.

Durante séculos que seguiram-se, aos judeus não se permitiu viver na terra que pertencia-lhes. Porém, o Israel fiel nunca estará satisfeito até que retornem ao antigo lar deles. A cada ano eles sonharam com o retorno à terra a qual Deus prometeu a Abraão e sua semente. Em cada Festa da Páscoa eles diriam: “Próximo ano em Jerusalém! Próximo ano em Jerusalém!” Por cerca de dezenove séculos porém, o “próximo ano” não veio. Eles seguiram sendo espalhados sobre a terra enquanto que a terra prometida era governada pelos romanos, os muçulmanos, e os turcos. Por onde quer que foram os judeus, eles trouxeram bênçãos e prosperidade para as nações. Os judeus sofreram quase uma constante perseguição, mesmo fugindo de um país para outro. Durante a Era da Igreja, os judeus foram semeados entre as sementes dos homens. Eles residiram em quase todos os países da terra. As profecias Bíblicas concernentes à dispersão e perseguição mundial do povo escolhido de Deus literalmente cumpriram-se.

VI. Restauração de Israel à Terra Prometida

1. Restauração Prometida.

Deuteronômio 30: 3- 5 Vos trarei para a terra

Isaías 11: 11, 12 Dos quatro cantos da terra

Isaías 27: 11, 12 Ajuntarei um a um

Isaías 60: 21 Habitarão a terra para sempre

Isaías 61: 3- 11 Construirão em lugares assolados

Isaías 65: 17- 25 Jerusalém e seu povo gozo

Jeremias 23: 3- 8 Dominar o êxodo

Jeremias 24: 5- 7 Nunca deixar a terra outra vez

Jeremias 30: 3, 7- 11 Retorno à terra

Jeremias 30: 17- 22 Cidade será construída

Jeremias 31: 7- 12 Grande ajuntamento retornará

Jeremias 31: 23- 37 Cativos trazidos à terra

Jeremias 32: 37- 44 Fora de todos os países

Jeremias 33: 7- 14 Judá e Israel retornam

Ezequiel 11: 17- 21 Dar a vós a terra de Israel

Ezequiel 20: 34, 40- 44 Trazê-los à terra

Ezequiel 28: 25, 26 Ajuntar a casa de Israel

Ezequiel 34: 11- 16 Como o pastor busca a ovelha

Ezequiel 36: 8- 12 Trazer vos a vossa terra

Ezequiel 37: 1- 14 Ossos secos revivem

Ezequiel 37:15 - 28 Uma nação, um rei

Ezequiel 38: 8, 11, 12, 14 Ajuntado dentre as nações

Ezequiel 39: 25- 29 Toda a casa de Israel

Oséias 1: 10, 11 Serão ajuntados

Oséias 3: 5 Filhos de Israel retornam

Joel 3: 1, 17- 21 Trazer Judá novamente

Amós 9: 11- 15 Não mais retirados da terra

Miquéias 2: 12 Ajuntados como ovelhas

Zacarias 3: 20 Trazê-los novamente

Zacarias 8: 7, 8 Do oriente e países ocidentais

Zacarias 10: 10- 12 Eu os trarei novamente

Salmos 102: 16 Quando o Senhor construir Sião

Mateus 24: 31- 34 A nação da figueira

Romanos 11: 11- 27 Todo o Israel será salvo

2. A restauração começa. Durante o meio do século dezenove, uns poucos judeus espalhados pelo mundo começaram a erguer suas vozes em apelo para que seus irmãos retornassem a Palestina. Em 25 de Agosto de 1897, o Primeiro Congresso Sionista ocorre em Basle, Suíça. Este encontro de judeus foi convocado por um judeu austríaco, Teodor Herzl, que foi o pai do Sionismo moderno. Pelos próximos cinqüenta anos, a organização Sionista palnejou e trabalhou para atingir sua ambição, a qual foi finalmente realizada na formação do novo estado de Israel.

A Inglaterra, em 2 de Novembro de 1917, publicou a famosa Declaração Balfour, nomeada pelo Secretário Britânico do Exterior, Arthur James Balfour. Neste documento lê-se, por extenso:

Querido Senhor Rothschild,

Eu tenho muito prazer em transmitir-lhe, como representante do Governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia com as aspirações Sionistas Judaicas as quais foram submetidas e aprovadas pelo Gabinete.

O Governo de Sua Majestade viu com favor o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo Judeu, e fará uso de seus melhores esforços para facilitar a obtenção deste objetivo, fica bem esclarecido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não judaicas existentes na Palestina, ou os direitos e posições políticas compartilhado pelos judeus em qualquer outro país.

Eu estarei agradecido se você levar esta declaração ao conhecimento da Federação Sionista.

Seu,

(Assinatura) Arthur James Balfour.

Durante a Primeira Guerra Mundial, o General Edmund Allenby, como comandante chefe da Força Expedicionária Britânica-Egipcia, invadiu a Palestina e, em 9 de Dezembro de 1917, capturou Jerusalém sem tiros. O governo turco sobre a Palestina teve um fim. No Tratado de Sevres, em 10 de Agosto de 1920, a Turquia renunciou para os Aliados seus direitos formais sobre a Palestina. No mesmo ano, a Liga das Nações deu à Inglaterra jurisdição sobre a terra santa, o que tornou-se efetivo em 23 de Setembro de 1923. Em conseqüência disso, o caminho estava aberto para os judeus irem para o lar. Desde aquele tempo, a restauração de Israel começou a ser realidade. Durante a Segunda Guerra Mundial, os Judeus vivendo na Europa sofreram extrema perseguição, o que resultou num desejo intenso dentre os judeus em retornarem para casa. Em 1939, devido às hostilidades Árabe-Judaicas, a Inglaterra renunciou sua Declaração Balfour incisivamente restringiu a imigração judaica para a Palestina. Em 29 de Novembro de 1947, as Nações Unidas adotou o Plano de Partilha, assegurando certos territórios aos Judeus, e outros aos árabes. Em 11 Dezembro de 1947, A Inglaterra anunciou que terminaria seu mandato sobre a Palestina em 15 Maio de 1948.

À meia noite, em 14 para 15 de Maio de 1948, os Judeus na Palestina anunciaram a formação do novo estado de Israel, com o Sr. David Bengurion como primeiro ministro e Dr. Chaim Weismann como primeiro presidente. Desde aquele tempo, as maiores nações da terra reconhecem o novo governo. Em 11 de maio de 1949, Israel foi aceita como a 59ª nação membro das Nações Unidas. Os Judeus de todas as nações do mundo eram bem vindos ao novo estado Judaico. Em 1900, haviam cerca de 50.000 judeus na Palestina; em 1936, o número havia crescido para 375.000 pessoas. A população judaica hoje na Palestina é mais de um milhão de pessoas. (Quando foi editado este livro original). À medida que retornam para o lar, a terra prometida está sendo reconstruída; os desertos estão sendo transformados em jardins. As chuvas na Palestina mais que duplicou nos recente anos. A terra está recebendo bênçãos porque o povo da terra está retornando para o lar. A restauração de Israel à Palestina está tornando-se realidade. A restauração final e completa, obviamente, ocorrerá quando Jesus vier.

VII. Futura Conversão de Israel

O retorno de Israel à Palestina e seu retorno a Deus estão juntos num elo. Como uma nação, o retorno de Israel à Palestina desacreditado. “Cegueira em parte” ainda está presente sobre Israel, porque a Igreja ainda não completou-se; “a plenitude dos gentios”ainda não cumpriu-se. (Romanos 11: 25, 26.) A Grande Tribulação, o “tempo da tribulação de Jacó” (Jeremias 30: 7), ocorrerá sobre os judeus como sua última grande perseguição. A conversão da nação de Israel ainda é futura. Quando Jesus retornar à terra como Rei dos reis, Israel O aceitará como o tão esperado Messias. Quando eles verem-No , eles arrepender-se-ão dos seus pecado e serão convertidos a Deus e Cristo. Deus purificará os Israelitas de seus pecados, dará a eles um novo coração, e estabelecerá um novo concerto com eles.

Deuteronômio 30: 1- 6 Circuncidar teu coração

Isaías 4: 3, 4 Lavar a impureza

Isaías 59: 20, 21 Arrepender da transgressão

Isaías 60: 21 Será justificado

Jeremias 23: 6 Judá será salvo

Jeremias 24: 7 Arrepender de todo coração

Jeremias 31: 9 Virão com choro

Jeremias 31: 31- 34 Novo concerto com Israel

Jeremias 32: 37- 40 Dar a eles um coração

Jeremias 33: 8 Purificar de toda a iniquidade

Ezequiel 11: 17- 20 Um novo espírito em vós

Ezequiel 36: 24- 38 Eu os limparei

Ezequiel 37: 23, 26- 28 Os limpará

Daniel 9: 24 Fazer cessar os pecados

Oséias 3: 5 Voltar para o Senhor

Zacarias 3: 13, 15 Não farão iniquidade

Zacarias 12: 10- 14 Lamento pelos pecados

Zacarias 13; 1, 2 Fonte para purificação

Romanos 11: 25, 26 Todo o Israel será salvo

VIII. Futura Posição e Obra de Israel

Depois que Cristo houver retornado a terra como Rei dos reis e governar as nações com Sua Igreja glorificada, Israel será exaltado sobre todas as nações e cumprirá o propósito missionário original de Deus. Jerusalém será a cidade capital do futuro Reino de Cristo. Israel, que por século tem sido provérbio e maldição entre os gentios, será honrada como a nação escolhida de Deus no Reinado de Cristo.

Deuteronômio 14: 2 Sobre todas as nações da terra

Isaías 60: 1- 22 Gentios vem para a sua luz

Isaías 61: 5, 6 Ministros do Senhor

Zacarias 8: 20- 23 Nós iremos convosco

Apocalipse 21: 12 Doze portões da Cidade Santa


FOnte> Systematic Teology _ Alva Huffer- Church Of God - EUA